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Diretora de arte, Designer Digital, aspirante a artesã/pintora/ilustradora e fotógrafa por natureza. Apaixonada por esportes e arte (uma combinação curiosa), amo um bom livro, uma boa música, um bom filme, novidades, e muito mais meu maridão e meu pug, Thor.

Paulista, filha de uma modelista superinventiva, sempre fui incentivada a criar. O resultado de uma educação lúdica – onde fazer roupinhas de boneca, desenhar, pintar, cantar, dançar, ouvir histórias ou inventar as minhas era rotina – deu origem a algo que, no início era só uma fagulha mas tinha tudo para crescer.

Em 2004 eu comprei minha primeira câmera digital Cyber-Shot Mitsuca com seus maravilhosos 3.0 megapixels. Que alívio eu me livrar das 12, 24 e 36 poses! Na época, foi uma das aquisições mais felizes da minha vida e marcou a minha primeira experiência fotográfica/digital.

Ano seguinte, dei um passo adiante, direto para o mundo virtual, para a internet, ferramentas de edição, criação de websites, HTML, Flash e outras coisas que me despertaram essa paixão platônica por Web Design. Não lutei contra, de forma alguma, e dois anos depois eu já iniciava minha graduação em Design Digital, chegando à conclusão de que design era, na realidade, meu primeiro amor – e aquilo que era uma fagulha, aumentou.

Foi uma chuva de novidades. Aulas de Linguagem Visual, Fundamentos do Design, História da Arte, Audiovisual, Mídias Digitais, Direção de Arte em Design Digital, Desenho, Produção de Imagens Digitais e finalmente ela, a Fotografia. Tive acesso a equipamentos profissionais, emprestando equipamento da faculdade e experimentando bastante. Experimentei tanto, que realizei meu primeiro ensaio de moda da marca Efime, do meu querido amigo Moller.

Assim, após terminar a faculdade já era claro o que eu deveria fazer: investir em equipamento profissional e fazer cursos de capacitação fotográfica, como Fotojornalismo, Retrato e Fotografia Social. Mas o que ainda não estava claro era o que era aquela chama pulsante na minha essência.

O ano de 2011, e os dois seguintes, foi quando eu entendi muita coisa. Senti a necessidade de organizar todo meu conhecimento e sintetizá-lo para criar minha própria metodologia criativa. Para chegar a esse resultado, fiz especialização em Direção de Arte em Comunicação pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e foi mais uma experiência maravilhosa. Uma etapa de crescimento e descoberta.

Então eu compreendi.

Aquela chama, ainda maior, e mais viva e colorida, sempre foi a minha curiosidade! Essa mania de querer-saber-e-aprender diversas coisas somou, e soma, algo bom ao resultado dos meus trabalhos. Cada habilidade nova, de alguma forma, acrescenta algo. Por conta disso, tenho feito ensaios cada vez mais autênticos e aproveitei para desenvolver projetos experimentais – um deles o Coloryer, projeto autoral que alia design, fotografia e autoconhecimento. Vale à pena conferir!

Ao fim da minha especialização, fiz meu TCC sobre direção de arte em fotografia de casamento, e aprendi muito sobre a minha própria fotografia e sobre os grandes profissionais com quem tive o prazer de estudar. Isso, no entanto, não foi o fim. Não posso negar minha essência curiosa, portanto fiz ensaios divertidos, desafiadores, e realizei trabalhos na área de fotografia social, festas infantis, cobertura de casamentos e retratos, que contribuíram muito para minha evolução.

A partir de 2013 me dediquei a aulas de desenho – importantíssimas para montar o story board a fim de alinhar a direção de arte do cenário, figurino, locação e, claro, a fotografia. Mais recentemente, finalizei um curso de Capacitação Profissional em Fotografia do IIF e sigo equilibrando tudo com os  passeios no parque com o Thor, além de uma pintura ou um artesanato aqui, e uma ilustraçãozinha ali (ok, a ilustração é todo dia!).

Por fim, como eu vejo meu trabalho?

Bom, eu considero que a minha fotografia é um resultado multidisciplinar das minhas vivências, experiências e personalidade. É a evidencia nítida da minha paixão por cores, e reflexo do meu romantismo intimamente relacionado ao meu hábito de valorizar detalhes. É a minha forma de narrar a vida com poesia, o meu meio de manifestação e construção de momentos.

Quem sou eu?

Muito prazer, Naele Souza, uma construtora de momentos.

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Ps.  Stay hungry, stay foolish – Steve Jobs.